Blast Data: um raio-x das análises do GameBlast em 2025

Quem analisou mais jogos? Quais são as plataformas favoritas da redação? Qual publisher foi a melhor de 2025? Confira nosso levantamento estatístico.

em 09/01/2026

Um dos principais carros-chefes do GameBlast são as análises, as famigeradas reviews de jogos durante as quais nossos redatores esmiúçam a fundo a respeito da qualidade (ou falta dela) de um game tanto como um produto quanto como uma obra produzida com viés artístico. Ao longo de 2025, o GB publicou um total de mais de quatrocentos textos no gênero. A grosso modo, isso rende mais de uma análise por dia. Diante de uma produção tão robusta, que tal se nós nos aprofundarmos um pouco mais nesses números e entender o que eles representam?

Visão Geral

A primeira coisa a se considerar em relação ao ano de 2025 é que o GameBlast publicou um total de quatrocentas e setenta e três (473) análises. Esse número diz respeito também a críticas de conteúdos adicionais, como DLCs e atualizações sazonais, além de periféricos. O bruto dessa estatística corresponde, obviamente, a jogos completos em sua versão de lançamento (análises de games em acesso antecipado, por estarem ainda em estado de desenvolvimento, são contabilizadas apenas como impressões) e contabilizam quatrocentos e quarenta e quatro (444) textos, o equivalente a 94%.


A maior parte dos trinta restantes é composta por análises de DLCs (25), como Kingdom Come: Deliverance II Mysteria Ecclesiae, Lies of P: Overture e Sea of Stars: Throes of the Watchmaker; e periféricos (4), como o 8BitDo Ultimate 2C Wireless Controller ou o teclado GXT 866 Torix Premium.

Curiosamente, essa taxa de 94% para jogos completos em relação aos outros tipos de análise é um padrão que se repetiu em 2024 e 2023, sendo que, desde o começo da série histórica, apenas o primeiro ano apresentou um resultado diferente (97%). Ainda dentro desse comparativo retrospecto, a quantidade de análises apresentou um crescimento em relação ao ano anterior, com um crescimento de 9%.

Observando um recorte maior, percebe-se que é um número considerável visto que, de 2023 para 2024, houve um aumento mais tímido de pouco menos de 2%. Adicionalmente, no período de quatro anos desde que começamos a contabilizar esses dados com mais atenção, batemos o valor de 1663 textos do gênero publicados — o que dá um pouco mais de uma análise por dia, pelo menos.




Em relação à tendência das análises ao longo do ano, nota-se uma mudança de padrão se comparado ao ano de 2024. Se no período passado foi observada uma tendência semestral, com uma notória pausa em junho entre dois blocos mais atribulados (sendo o segundo semestre bem mais atarefado), o mesmo não pode ser dito para 2025, que manteve, com exceção dos sempre calmos dezembro e janeiro, um fluxo constante de pelo menos 37 textos em um mês.

É importante apontar que junho de 2025 ainda teve menos análises do que os outros meses, mas essa não foi uma descida tão íngreme quanto em 2024. A média de reviews ao longo do ano foi de 39, sendo que enquanto os meses extremos da tabela fizeram o favor de puxá-la para baixo, novembro se destaca com um pico considerável de 53 produções.




Olhando ainda nesse retrospecto, novembro de 2025 foi o mês mais atarefado da história do GameBlast, superando com boa margem a marca anterior de outubro do ano passado, com 48 análises. Dentre outros recordes, os períodos referentes a janeiro, fevereiro, abril e maio também se destacaram como os mais produtivos da série histórica.

Curiosamente, é engraçado observar que, embora 2022 seja o recorte com menos textos publicados do gênero, dezembro daquele ano ainda segue com o melhor resultado para o período.

Assim morre o PlayStation 4

Ao analisarmos um jogo, o GameBlast tem como política de transparência informar qual foi, dentre as quais disponibilizam o título, a plataforma utilizada para a produção da review. Sendo que a escolha é dependente da disponibilidade e preferência do próprio redator, é possível fazer a seguinte pergunta: qual é a plataforma favorita da redação?




Segundo o gráfico, o PC segue a tendência como plataforma universal, representando um total de 50% dos jogos analisados. Apesar disso, essa parcela é um tanto menor do que a de 2024, cuja quota era de 59%. 

Em 2025, o PlayStation abocanhou um espaço considerável, com o PlayStation 5 não só suplantando a parcela de seu antecessor, mas também crescendo como um console de preferência.


Também foi percebida a completa ausência do Xbox. Por mais que estivesse perdendo o espaço nos últimos períodos, em 2025 foi o primeiro a contar com sua ausência completa. Pode parecer descaso, mas isso se alinha com a política da própria Microsoft em relação ao console, já que a maior parte de seus lançamentos também está no PC — South of Midnight, por exemplo, foi analisado no PC — e a própria empresa assume o discurso de que “tudo é um Xbox”.

Entrando nos 4% do primeiro gráfico, o GameBlast deu também um pouco de atenção para a cobertura de jogos mobile, analisando periféricos. Além disso, há uma modalidade de análise multi na qual o redator se utiliza da presença de um título em mais de uma plataforma para produzir seu texto. Esse caso específico trata-se de Your House, que foi analisado tanto no PC quanto no Android.

Nas análises exclusivas do Mobile, por sua vez, há dois ports (Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder's Revenge e Prince of Persia: The Lost Crown), além de um DLC (Monument Valley 3: O Jardim da Vida), sendo que o único de maior destaque foi o Tom Clancy’s Rainbow Six Mobile.

Nesse pequeno recorte é onde está o PlayStation 4. Reflexo de sua presença atual na indústria, os únicos jogos de maior destaque (notas maiores do que 8.0) analisados nele foram o segundo volume da Capcom Fighting Collection e cozy-puzzle Botany Manor.

A Nossa Redação

O 2025 excelente do GameBlast é mérito da nossa competentíssima redação, que além de escrever todas essas análises, também produz as notícias do dia a dia e vários outros especiais e guias publicados ao longo do período — valendo também a menção aos revisores, cujo controle de qualidade permite que sempre alcancemos a excelência.

Assim, como fica a tabela dos redatores mais prolíficos do ano que se passou?


De acordo com o levantamento, depois de abocanhar o segundo lugar em 2024, Carlos França Jr. retoma o primeiro lugar no pódio com 84 textos do gênero publicados, colocação também conquistada em 2022 e 2023. O campeão do período anterior, Alexandre Galvão, ficou com a vice-colocação, com 50 análises. O G4 é fechado por Victor Vitório, com 48 reviews, e Matheus Senna de Oliveira, com 41.

Adicionalmente, é sempre importante apontar que o fato de alguns redatores terem atingido alguns números mais tímidos pode significar que eles entraram ou deixaram a equipe durante o período ou que colaboram ativamente para a produção do Blast de outra forma, como focando na redação de notícias ou em outras colunas de destaque. Inclusive, há quem é figurinha carimbada nesses outros gêneros e nunca chegou nem perto de produzir uma análise — e fica nossas congratulações a essa galera também.

Outra forma interessante de ler nossos números é entendendo qual é a plataforma de preferência de cada autor em específico:


Dessa leitura, é possível fazer algumas observações. A primeira delas é que, das 220 análises no PlayStation 5, 34% vieram do Carlos França, que tem o console como única plataforma — ou quase, já que os 7 jogos avaliados no PS4 foram dele também. Adicionalmente, nosso analista de periféricos é o Alexandre Galvão, já que todos os quatro foram devidamente averiguados por ele.

Ah, Matheus Senna de Oliveira e Matheus Oliveira são duas pessoas distintas, tá? Se fossem uma só entidade, teriam analisado 50 games no PlayStation e mais 4 no PC.

Dos analistas que já integram nosso time há mais de uma volta da Terra ao redor do sol, é possível fazer uma comparação com o próprio desempenho no ano anterior:


Sob o ponto de vista de crescimento, Hiero de Lima é quem mais aprimorou sua produtividade, com um aumento de 60% entre os dois períodos. Na sequência vêm Victor Vitório, com 42%, e Carlos França, fechando o pódio com 29% — taxas impressionantes, considerando que o valor bruto já era alto para ambos. Destaque também para a precisão do Alan Murilo, que manteve o exato mesmo número de reviews desde 2023 — Zagallo explica a numerologia.

Outra prática do GameBlast, assim como a de vários outros portais, é a atribuição de uma nota para cada jogo analisado. Considerando então nossos autores, qual é a média de notas atribuídas por cada um deles?



Considerando o ano de 2025, os redatores com a maior média foram Thiago da Silva e Silva (8.5 com em 19 análises, Alan Murilo (8.0 em 13 análises), e, empatados, Ivanir Ignacchitti (7.9 em 37 análises) e Matheus Senna de Oliveira (7,9 em 41 análises). Em contrapartida, os analistas mais criteriosos foram Luan Carr (6.0 com uma única análise), e, também empatados, João Pedro Boaventura (este que vos fala, média 6.5 em vinte e seis análises) e Rafael Filomeno (com média 6.5 e um único texto em 2025). Lyon Saluchi vem em quarto lugar (média 6.6 em 4 textos).

Em relação ao nosso pódio, Carlos fechou 2025 com uma média 7.3 — o que é impressionante, já que é seu quarto ano seguido com ela, o que indica consistência em seu critério —, enquanto Alexandre Galvão terminou com 7.8 e Matheus Senna, com 7.9.

Nessa referência aos redatores veteranos, é sempre interessante comparar a evolução das médias e enxergar uma consistência. Com mais análises, a tendência é a de que o critério de cada um se torne mais evidente devido a uma amostragem maior.

Progressão da média anual dos redatores do GameBlast (2022-2025)
Redator 2022 2023 2024 2025
Alan Murilo 8.6 7.7 8.6 8.0
Alecsander Oliveira N/A 6.9 7.1 7.4
Alexandre Galvão 7.3 7.6 7.6 7.8
Carlos França Jr. 7.3 7.3 7.3 7.3
Farley Santos 7.4 7.8 7.8 7.8
Gustavo Souza 7.4 7.6 7.3 7.6
Hiero de Lima N/AN/A7.8 7.5
Ivanir Ignacchitti 8.1 8.0 7.9 7.9
João Pedro Boaventura 6.1 6.6 6.6 6.5
Juliana Paiva Zapparoli 8.5 8.2 7.5 7.8
Kevyn Menezes N/AN/A7.2 6.9
Luan Carr N/AN/A6.8 6.0
Luan Gabriel de Paula N/A7.8 7.9 7.6
Lucas Oliveira N/A7.5 7.4 7.2
Matheus Senna de Oliveira 7.7 7.5 7.7 7.9
Victor Vitório 8.0 7.9 7.8 7.6

Ainda nessa correlação entre número de análises e a média de nota de cada um, é possível apresentar tais dados em uma disposição visual:


Nessa visualização, é possível enxergar o grupo maior de redatores mais próximos do critério médio geral do GameBlast em 2025 — que ficou em 7.5. Percebe-se também que há um grupo de alguns redatores com média abaixo de 7.0, mas a amostragem de cada um deles é baixa, com menos de dez análises publicadas.

Fugindo da tendência estão Thiago da Silva e Silva, com um critério acima da média do GameBlast cuja média foi de 8.5 em 19 análises; Carlos França, cujo critério está no padrão, mas a quantidade bruta de análises o coloca mais distante dos reles mortais; e eu (João Pedro), o único cuja média foi menor do que 7.0 e ainda assim redigiu mais do que dez textos no gênero.

Por fim, é válido comentar que uma média é feita pela consideração de todas as notas atribuídas — e os extremos são sempre interessantes. Depois de listarmos o que foi analisado de melhor e pior no GameBlast de uma forma mais ampla, que tal conferirmos o melhor e o pior para cada um dos autores que tiveram pelo menos duas análises?

As melhores e piores Avaliações dos redatores do GameBlast em 2025
Redator Piores Avaliações Melhores Avaliações
Alan Murilo
Nota 7.0 Nota 9.0
Alecsander Oliveira
Nota: 5.0 Nota: 10.0
Alexandre Galvão
Nota: 5.0 Nota: 9.0
Carlos França Jr.
Nota: 3.0 Nota: 9.5
Farley Santos
Nota: 5.5 Nota: 9.0
Felipe Jungstedt
Nota: 7.0 Nota: 8.5
Gustavo Souza
Nota: 6.0 Nota: 9.0
Hiero de Lima
Nota: 2.0 Nota: 10.0
Ivanir Ignacchitti
Nota: 5.0 Nota: 10.0
João Pedro Boaventura
Nota: 2.0 Nota: 8.5
Juliana Paiva Zapparoli
Nota: 4.0 Nota: 10.0
Kevyn Menezes
Nota: 6.0 Nota: 7.0
Luan Gabriel de Paula
Nota: 6.5 Nota: 9.0
Lucas Oliveira
Nota: 5.5 Nota: 8.5
Lyon Saluchi
Nota: 6.0 Nota: 8.0
Matheus Bigai Ferreira
Nota: 6.0 Nota: 9.0
Matheus Oliveira
Nota: 6.5 Nota: 9.0
Matheus Senna de Oliveira
Nota: 6.0 Nota: 9.0
Thiago da Silva e Silva
Nota: 6.0 Nota: 10.0
Victor Vitório
Nota: 5.5 Nota: 9.5
Vincenzo Augusto Zandoná
Nota: 6.5 Nota: 9.0

Qual foi o desempenho da indústria em 2025?

Por fim, também é possível contabilizar as críticas produzidas pelos redatores do GameBlast através das notas finais dos jogos. Nesse caso, o portal utiliza uma escala de zero a dez, na qual cada uma das faixas ajuda a qualificar o game analisado dentro de um contexto, como pode ser observado no levantamento a seguir, que quantifica a incidência de cada uma das pontuações atribuídas:


Levando a tabela em consideração, o ano que se passou, no geral, pode ser considerado entre o “bom” e o “muito bom”, visto que foram 178 jogos com notas na faixa entre 8.0 e 8.5 e 140 na faixa entre 7.0 e 7.5. A média final de 2025, segundo as quatrocentas e trinta e duas análises do GB, foi de 7.5.

 A fim de curiosidade a média geral no ano passado também foi de 7.5, o que indica que a percepção de melhor ou pior ano, no que diz respeito a videogames, não se sustenta tanto assim trabalhando apenas com os números brutos.

Daí, é possível observar um gráfico comparativo entre os quatro últimos anos do GameBlast:


De um modo geral, houve um crescimento considerável de jogos que receberam a nota máxima, seja em relação a 2024 ou seja por estar, dentre os registrados, como o que mais teve games que correspondem à tal pontuação, com um total de 8 textos.

Embora o número de jogos excelentes (9.0 ou 9.5) tenha diminuído (com 55 textos, à frente apenas dos 54 de 2022), percebe-se uma alta na faixa seguinte, com um aumento de 25% se comparado a 2024. Adicionalmente, 2025 foi o mês recorde de análises para as faixas entre 6.0 a 6.5 e 8.0 a 8.5, além do crescimento de 50% para os jogos considerados ruins (4.0 a 4.5).

No extremo negativo, o único produto injogável que foi analisado desde o começo da série histórica foi Postal 4, em 2023, e até hoje é uma leitura imprescindível, um verdadeiro clássico da história do GameBlast. Em 2025, os piores analisados durante o período foram na faixa da nota 2.0, com Emotionless: The Last Ticket e Fantasy Life i: The Girl Who Steals Time.

Isso o Metacritic não mostra

Por fim, a nossa política de transparência no que diz respeito a avisar quando uma publisher manda uma cópia para análise facilitou para que passássemos a contabilizar também quais foram as empresas que mais lançaram jogos que julgamos dignos de análise.

É muito importante notar que, apesar do levantamento, nem todos os objetos de análise foram cedidos para a redação desta forma (é possível que o redator tenha adquirido a própria cópia e ainda assim feito sua crítica, como sempre é indicado no fim de cada texto). Embora não tenhamos nos movimentado para registrar essa informação — fica para uma oportunidade futura — ainda catalogamos as distribuidoras de qualquer forma e estas são as quinze companhias com mais produtos cobertos pela redação do Blast em 2025:


O top 3 não apresentou muita variação em relação ao ano passado. Enquanto a Bandai Namco segue na dianteira inabalável, a Sega subiu uma posição (terceira para segunda), enquanto a Sony caiu para a medalha de bronze e a divide com a Electronic Arts (novidade no ranking) e a Activision-Blizzard — que, convenhamos, deu uma pequena inflada nos números porque passamos a cobrir individualmente cada nova temporada de Overwatch — foram seis atualizações entre março e dezembro.

Considerando que seis foi o número de corte para nossa tabela, algumas empresas ficaram de fora dela em 2025, como a Square Enix (cuja quantidade de lançamentos em 2024 caiu de 10 para 5) e a Capcom (de 8 para 3). Entre as que demonstram mais estabilidade estão a Konami (subiu de 5 para 7), Ubisoft (de 6 para 8), Pqube (de 5 para 6) e Devolver Digital (caiu de 9 para 7). As maiores novidades foram a Nacon, Jandusoft e a Marvelous (seja a própria, seja através do selo XSeed), Atari e Annapurna.

Agora, considerando essas quinze empresas que tiveram pelo menos seis jogos lançados em 2025, como elas se saíram sob o ponto de vista dos nossos redatores?


De acordo com o corpo de redação do GameBlast, a empresa responsável pela melhor média dentre os lançamentos do ano é a Annapurna Interactive, cujo portfólio de 2025 contou com a nota máxima de Wanderstop, além da pontuação quase perfeita de To a T — e renderam uma média de 8.4. 

Sem nem ter aparecido no ranking de 2024, a Electronic Arts agora surge em segundo lugar, posição garantida pela nota 10 de Split Fiction, além do bom desempenho do F1 25 e do Battlefield 6. A Activision-Blizzard é a única do top 3 em volume que surge no pódio qualitativo, o que indica não só que as temporadas de Overwatch tiveram seu valor, mas que o ocorrido foi também devido a Tony Hawk's Pro Skater 3+4 e ao Call of Duty Black Ops 7.

Na lanterna estão a Nacon, que apesar de ter sido a responsável por Hell is Us (que tirou 8.5), foi prejudicado pelos desempenhos medianos de Rennsport e Architect Life (5.0 e 6.0, respectivamente). A JanduSoft, por sua vez, teve um ano produtivo com resultados mornos, já que seu único destaque foi Basureroes: Invasion, cuja nota de 8.5 não foi suficiente para compensar o desempenho aquém de Destino Indomable e The Last Case of John Morley.

O ano da Atari não foi dos melhores — embora, conhecendo o histórico da empresa, está longe de ser o fundo do poço —, já que a maior parte de seus lançamentos foram remasterizações ou coletâneas que parecem não ter agradado tanto, como RollerCoaster Tycoon 3 Complete Edition ou Mortal Kombat Legacy Kollection.

A Bandai Namco, por sua vez, mostra de forma prática que um alto volume de lançamentos resulta em maior variabilidade qualitativa, alternando entre títulos exemplares, como Digimon Story Time Stranger e Super Robot Wars Y (ambos nota 9.0), e outros mais modestos, como FREEDOM WARS Remastered e a primeira parte do DLC de Dragon Ball Z: Kakarot, Daima: Aventura Pelo Reino dos Demônios (ambos com um 6.0 na conta).

Operação silenciosa, mas importante

Chegando no fim do texto, é hora de lembrar um pouco também do nosso time de revisão, que quebra um baita de um galho da redação ao integrar o controle de qualidade e garantir que os textos estejam nos trinques — e seus nomes estão sempre no rodapé de cada análise produzida.

Tendo isso em vista e considerando apenas os reviews, segue a lista com os nossos revisores e a quantidade de análises que eles verificaram em 2025 (o número total pode apresentar algumas inconsistências porque nem todos os textos tiveram um revisor creditado no final):


Por curiosidade, é possível extrair também a média das análises revisadas por cada um. A variação entre cada analista é por centésimos, sendo que a Heloísa é a que apresenta um valor maior (7.85), enquanto o menor ficou com a Juliana Paiva Zapparoli (7.31):

Valorizando o nosso legado!

E esse foi o ano do departamento de análises do GameBlast! Esse tipo de levantamento é sempre muito importante para o time porque ele valoriza não só o nosso legado de  anos de atividade e dedicação, mas também cada um de nossos redatores e revisores, uma vez que cada game é uma roleta russa que pode surpreender positivamente ou simplesmente se tornar uma das piores experiências de suas vidas apenas para que possa ser registrado o sábio conselho de se afastar de tais bombas.

Além disso, 2025 foi um marco pois, após anos em processo, o GameBlast foi enfim incluído no Metacritic, uma consequência muito positiva desse serviço árduo, considerando também que o portal já tinha as análises agregadas pelo OpenCritic.

Enfim, para os que quiserem entrar em mais detalhes a respeito da crítica de algum jogo específico, é possível conferir nossa presença não apenas nos agregadores mencionados, mas também nos nossos balanços mensais, que servem para destacar as principais análises de cada mês.
Confira os balanços mensais com as análises publicadas no GameBlast em 2025
Revisão: Juliana Piombo dos Santos
Siga o Blast nas Redes Sociais
João Pedro Boaventura
É jornalista formado pelo Mackenzie e pós-graduado em teoria da comunicação (como se isso significasse alguma coisa) pela Cásper Líbero. Tem um blog particular onde escreve um monte de groselha e também é autor de Comunicação Eletrônica, (mais um) livro que aborda história dos games, mas sob a perspectiva da cultura e da comunicação.
Este texto não representa a opinião do GameBlast. Somos uma comunidade de gamers aberta às visões e experiências de cada autor. Você pode compartilhar este conteúdo creditando o autor e veículo original (BY-SA 4.0).