Com a chegada de dezembro, vamos encerrando mais um ano e isso significa que chegou a hora dos redatores do GameBlast elegerem os melhores jogos que puderam analisar em 2025.
Dessa vez, eu começarei os festejos, repassando pelas 10 melhores produções que pude jogar esse ano. Lembrando que aqui eu falarei dos que mais gostei de maneira pessoal, sem me ater às críticas das análises. Vamos lá!
10 - Despelote
Despelote me pegou muito por trazer um ponto de vista totalmente diferente da Copa de 2002. Todo brasileiro teve seus motivos para comemorar, afinal, foi o ano do penta, mas conhecer a mesma história do ponto de vista de um equatoriano, que até então nunca tinha visto seu país jogar o torneio mundial, mostra um nível diferente de alegria e paixão.
Uma narrativa curta, porém que vale cada segundo pelo sentimento que carrega.
9 - Duck Detective: The Secret Salami/The Ghost of Glamping
Como analisei os dois jogos de Duck Detective ao mesmo tempo, vou dar uma roubada já na lista e colocar a dupla aqui junta. Ambos trazem Eugene McQuacklin resolvendo mistérios na base da dedução, cara-de-pau é um pouco de sorte. O estilo cartunesco e bom humor criam um jogo difícil de largar antes de chegar no final. Se vocês tiverem a oportunidade de jogar os dois de maneira seguida, aproveitem!
8 - Nicktoons & The Dice of Destiny
Quem me acompanha por aqui sabe o quanto já sofri com adaptações de desenhos que não conseguiram aproveitar do carisma da obra original. Nicktoons & The Dice of Destiny jogou todas suas obras em uma panela, mas conseguiu acertar no tempero da mistura.
Apesar de não oferecer nada complexo, quem gosta das produções da Nickelodeon, sejam as novas ou as antigas, vai se divertir bastante com a maneira que os personagens são tratados. Cada um com suas referências e humor característicos criando uma história leve como um longa-metragem.
7 - VIDEOVERSE
Não sou de emocionar com história de games, contudo, VIDEOVERSE conseguiu essa proeza. A narrativa usa o ano de 2003 para mostrar uma virada de geração de consoles e ainda apresenta o público se organizando nos antigos fóruns para falar sobre isso.
Foi uma nostalgia diferente, que envolveu muito do que vivi com meus amigos da época, compartilhando dicas e baixando músicas e vídeos de estratégia em sites duvidosos numa conexão lenta. VIDEOVERSE deixa alguns sentimentos agridoces quando termina, mesmo com as suas múltiplas escolhas, porém quem viveu aquela época vai gostar de revisitar os primórdios de como fazer amizades virtuais.
6 - Basureroes
Joguinho temático de super-heróis lixeiros. Parece uma premissa bizarra, mas o que Basureroes traz é aventura e plataforma de alto nível, com direito a um time de heróis com habilidades diferentes e livre possibilidade de alternar entre eles no meio do jogo.
Some isso ao charme do pixel art colorido e trilha sonora na medida certa, e Basureroes é um candidato absoluto a título para ser adicionado à sua galeria. E também dá para salvar doguinhos. Quem não gosta disso, né?
5 - Fatal Fury: City of the Wolves
Só eu sei o quanto esperei por um Fatal Fury novo e City of the Wolves pode ter lá suas derrapadas, ainda assim, não dá para negar que me diverti bastante com ele.
Precisava de Cristiano Ronaldo? Não, apesar disso, poder controlar mais uma vez Terry, Rock e companhia pelas ruas de South Town sempre vale a pena.
4 - Capcom Fighting Collection 2
Lá vem a dona Capcom de novo chacoalhar meu coração com mais uma coletânea de jogos de luta velhos. Project Justice, Power Stone 1 e 2, Star Gladiator (!) e os dois CvS (!!!) num mesmo pacote? Não tem como ser ruim. São dessas pérolas que os fãs de jogos de luta sentem falta. Até Street Fighter Alpha 3 Upper tem seu charme.
No entanto, nem assim deu para gostar de Capcom Fighting Evolution. Bom, ainda assim vale a pena. Podem confiar!
3 - Once Upon a KATAMARI
Uma das minhas franquias favoritas que eu não imaginava ganhar um jogo novo tão cedo reapareceu e eu fiquei feliz da vida.
Once Upon a KATAMARI é uma continuação perfeita para o legado do pequeno Príncipe de Todo o Cosmo, com direito a viagem no tempo, aula de história, novos primos e mais uma leva de mancadas do nosso querido pai.
2 - Tony Hawk’s Pro Skater 3+4
Os remakes de Tony Hawk são muito especiais para mim. 1+2 já tinha sido praticamente perfeito para os fãs, mas o 3+4 tomou algumas liberdades que dividiram opiniões.
Agora, neste texto mais egoísta e pessoal que analítico, posso publicar que eu amei cada volta que dei nas pistas virtuais, nas antigas e nas novas. A trilha sonora nova também cumpre bem o seu papel, ainda mais se você gosta de rock. Agora fica a dúvida: quando vêm os remakes de Underground mesmo?
1 - Sonic Racing: CrossWorlds
A medalha de ouro neste ano para mim é bem óbvia, na verdade. Sonic Racing: CrossWorlds é um jogo divertido e completo, tudo o que os fãs do ouriço sentiam falta. A galera da Sonic Team pensou com carinho na sua tarefa e entregou um jogaço.
E lembrando que, ao tempo que escrevo aqui agora, o elenco já está bem maior, e vai expandir ainda mais ano que vem. Bob Esponja, Mega Man, Minecraft… tem para todos os gostos e todos eles valem muito a pena. Dei nota 9.5 na análise, porém no meu coração com certeza é 10.
E para 2026?
No ano que vem, meus olhos estarão focados no principal título de luta anunciado até o momento: Marvel Tokon: Fighting Souls. Eu confio que a ArcSys vai fazer um bom trabalho, só desejo que até o lançamento de fato o elenco aumente um pouco mais.
Outro título de porradaria que me deixou curioso foi Invincible VS, mas ele ainda não tem data definida, então talvez acabe chegando um pouco mais tarde.
O último da minha lista de desejos é Lego Batman: Legacy of the Dark Knight. Não curto tanto Lego Villains, então espero que esta nova jornada do homem-morcego traga grandes referências e uma história com o estilo único que só os jogos de Lego proporcionam… e também adoraria o retorno da Bat-Vaca, pois se é canônico, tem que estar no jogo.
Esses meus favoritos de 2025. Fiquem de olho que ao longo deste mês, os demais redatores também farão seus textos e aproveitem para conhecer algumas pérolas que passam aqui na nossa biblioteca.
Boas festas a todos e que a biblioteca de vocês sempre tenha um joguinho bom para matar umas horinhas. Até o ano que vem!
Revisão: Thomaz Farias














