Blast Test

The Division 2 (Multi): quatro características que gostamos no teste beta fechado

Beta fechado ocorreu entre 7 e 10 de fevereiro.


The Division 2 (Multi) chegará em 15 março deste ano, e pudemos experimentar em um teste beta fechado um pouquinho do que o game trará em seu lançamento completo. As perspectivas para o novo shooter MMO da Ubisoft são ótimas, expandindo e evoluindo o que a produtora construiu com o primeiro título da franquia.

1 - Um shooter com pitadas de RPG

Quem conhece The Division (Multi) sabe que é um game de tiro em terceira pessoa com elementos de MMORPG. Em TD2, a Ubisoft abraça o conceito de shooter ao trazer mecânicas refinadas para os confrontos armados entre os agentes da Division e as facções inimigas. Acionar coberturas, passar por obstáculos e encarar os tiroteios são ações fluidas e intuitivas. As armas se comportam de maneira única, exigindo controle e precisão por parte dos jogadores ao manuseá-las. São diversas classes de armas presentes, como fuzis de assalto, submetralhadoras e escopetas (estas que se comportam de maneira mais agressiva e destrutiva que no primeiro The Division).

A introdução de uma barra de armadura serve para mostrar aos jogadores que não adianta sair dando tiro como o Rambo. É preciso avançar de cobertura em cobertura. Kits de reparo podem ser utilizados para consertar a armadura. Assim que ela se quebra, a barra de pontos de vida cai consideravelmente a cada dano recebido, mostrando o quão desafiador é The Division 2.

Derrotar inimigos e concluir missões concede experiência e pontos de tecnologia SHD, ou shade, que podem ser usados na compra de habilidades ativas, como minas perseguidoras e torretas portáteis, quanto habilidades passivas que melhorar o desempenho do soldado em campo e sua capacidade de carregar itens diversos. Todos esses elementos combinados criam um fator replay altíssimo, e provam The Division 2 terá conteúdo de sobra para saciar as necessidades dos jogadores. 



2 - Novas atividades introduzidas

The Division 2 conta com novos tipos de atividades que serão introduzidas, e que prometem manter o jogo vivo e reativo ao jogador. Há diversos postos de controle inimigos espalhados por Washington, que devem ser tomados pelos jogadores ao eliminar todos os oponentes na área e o chefe do local. Embora a dinâmica seja muito parecida com os postos avançados da franquia Far Cry, da mesma produtora, tal atividade é muito bem-vinda aqui, pois acaba sendo uma novidade dentro da série, além de compor variedade e dar razão para que os jogadores explorem as ruas da capital americana.

Pontos de interrogação ficam espalhados pelo mapa e indicam a presença de uma nova atividade em determinado local. Além da captura de postos de controle, é possível encontrar operações de propaganda inimiga e caixas de suprimentos para serem recuperadas.



3 - Maior importância para itens saqueados

Coletar loot em The Division 2 não significa apenas ir atrás de equipamentos e armamentos melhores; mas também a coleta de suprimentos como água, materiais têxteis e componentes de fabricação de armas e itens de defesa. Há diversas localidades no mapa que servem de área segura para os jogadores e para os cidadãos que não podem se proteger dos perigos que rondam a capital. Cada uma delas conta com diferentes projetos de melhorias para serem desbloqueados. Para isso, é preciso doar quantias específicas de suprimentos, dando maior sentido à busca por locais e objetos para saquear. 



No The Division original, ainda me lembro de ter usado garrafas de água e latas de comida apenas para saciar sede e fome de civis aleatórios nas ruas de Nova Iorque para que eu ganhasse uma peça de roupa nova. É interessante ver que agora estão dando maior importância para um elemento que funciona como construção de mundo. 

4 - Inimigos tão fortes quanto os próprios jogadores

Tivemos a oportunidade de experimentar uma pequena porção do conteúdo endgame de The Division 2. Foi possível escolher um personagem completamente evoluído e com uma das três especializações equipadas. A especialização Atirador de Elite conta com um rifle de precisão absurdamente potente como arma especial; Sobrevivencialista utiliza uma besta especial para enfrentar os inimigos e criar armadilhas; e Demolidor conta com um lança-granadas para dano direto massivo.

Utilizar o lança-granadas é divertido e oferece maior variedade durante os conflitos, mas não tornava as coisas mais fáceis. Os inimigos, de uma facção chamada Black Tusk, possuíam aparato militar e tecnológico que rivalizam com os agentes da Division. Drones, torretas e robôs armados até os dentes dividiam o campo de batalha com inimigos bem treinados e com precisão afiada. O nível de dificuldade é altíssimo e se prova um desafio até mesmo para uma equipe completa de quatro jogadores.



The Division 2 (Multi) trouxe uma versão beta bastante competente. Possui bugs visuais e de conexão, o que é perfeitamente normal para uma versão de testes. Mostrou que a Ubisoft sabe como expandir suas franquias e evoluir aquilo que construíram ao longo de três anos com The Division. As perspectivas são excelentes para o novo título da Ubi, e mal podemos esperar para colocarmos nossas mãos no título completo. 

Matéria produzida com auxílio da Ubisoft Brasil

Escreve para o GameBlast sob a licença Creative Commons BY-SA 3.0. Você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e veículo original do mesmo.

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