Se ainda havia alguma dúvida, está confirmado: Resident Evil Requiem não é um jogo de mundo aberto. O produtor Masato Kumazawa reafirmou isso em entrevista (via tradutor) para o GameSpot, ainda que existam rumores sobre fases maiores que exigem transporte, e a Capcom esteja colaborando com a Porsche para criar um Cayenne Turbo GT personalizado que serve como veículo para Leon Kennedy.
Kumazawa observou que a equipe seguiu um "caminho diferente" dos títulos anteriores com Resident Evil Requiem. O diretor do jogo, Koshi Nakanishi, revelou mais detalhes, afirmando que o "lado técnico das coisas", por sua vez, utilizou seus antecessores como base.
"Quando falamos do lado técnico, da representação dos personagens, ambientes e coisas assim, eles basicamente pegaram o que aprenderam no 7 e 8 e, claro, usaram isso aqui. Novamente, a ideia era basicamente evoluir a jogabilidade que existia em [Resident Evil] 2 e 4. Além disso, expressão e direção artística, muito do conhecimento do Resident 7 e 8 entrou em jogo."
Vale destacar que Resident Evil 7: Biohazard e Resident Evil Village não são exatamente jogos de mundo aberto, mas suas áreas são amplamente interconectadas. Será que veremos Resident Evil Requiem seguindo na mesma direção?
Com os rumores sobre fases externas com Leon, certamente é possível. Afinal, Raccoon City não é o único local presente aqui, visto que Requiem incluirá o Rhodes Hill Chronic Care Center, onde Victor Gideon aparentemente está escondido.
Resident Evil Requiem será lançado para PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2 em 27 de fevereiro.
Fonte: GameSpot


