Meus jogos favoritos de 2022 — Alan Murilo

Os redatores do GameBlast falam sobre os títulos que mais curtiram entre os lançamentos deste ano.

E, como em um piscar de olhos, 2022 chegou ao fim. Como foi este ano para você, caro leitor? Para mim, particularmente, foi um ano muito bom, com diversas conquistas pessoais e profissionais e momentos de alegria. Claro, diversos bons games fizeram parte disso.



Para celebrar, assim como pude fazer em outras ocasiões, venho aqui escrever sobre os meus títulos favoritos deste ano, que considero um dos melhores períodos recentes dessa indústria que sofreu (e ainda sofre) com os impactos da pandemia de COVID-19. Bem, sem mais delongas, espero que goste da minha seleção! Boa leitura!

Monster Hunter Rise & Monster Hunter Rise: Sunbreak

Fui agraciado com a honra de realizar a análise da versão de PC de Monster Hunter Rise (Multi) para o GameBlast e devo dizer que este é, de longe, o meu jogo favorito deste ano. Graças às diversas novidades como os Palamutes e os Cabinsetos, a franquia da Capcom nunca foi tão prazerosa de jogar — e a expansão Sunbreak só melhorou ainda mais o que já era ótimo. 

Em breve disponível para outras plataformas, Monster Hunter Rise não é somente um dos melhores jogos do ano pra mim, mas sim um dos melhores RPGs de ação de todos os tempos. Confie: vale muito a pena visitar Kamura e Elgado por um bom tempo.

Elden Ring

No início de março, escrevi em minha análise que Elden Ring (Multi) era a obra-mestra da FromSoftware. Quase um ano após o lançamento do título, fico muito feliz de ver que essa também é a opinião de muitos jogadores e críticos — basta ver as inúmeras premiações que o título angariou.

Assim como The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Wii U/Switch) e The Elder Scrolls V: Skyrim (Multi) fizeram antes, Elden Ring marca com fogo a sua presença no panteão dos melhores jogos de mundo aberto já feitos. Não deixe as tangíveis similaridades com a franquia Souls te enganarem: aqui está um daqueles títulos que definem gerações e sobre o qual certamente ainda falaremos por anos a fio. Imperdível.

God of War: Ragnarök

Lembro-me de ter lido uma resenha à época do lançamento que dizia que God of War: Ragnarök (PS4/PS5) era muito mais sobre Artreus do que sobre Kratos. Apesar de eu estar com apenas 15 horas no jogo mais recente da Santa Monica Studio, partilho dessa opinião. 

Pra mim, o God of War de 2018 é o melhor jogo da geração passada, e estou ansioso para ver como a jornada pessoal do deus da guerra e seu filho pelas terras nórdicas terminará. Mesmo com o pouco que pude jogar até agora, Ragnarök já é um dos meus títulos favoritos deste ano e uma fácil recomendação para todos os entusiastas de aventuras tão grandiosas que jamais poderiam ser definidas em apenas dois parágrafos.

Digimon Survive

É consideravelmente raro que um jogo passe muito tempo em desenvolvimento e sofra constantes atrasos em sua data de lançamento, mas ainda assim termine sendo um produto não somente coeso, mas altamente recomendável. 

Bem, é o caso de Digimon Survive, uma viagem tão sombria quanto apaixonante pelo Digimundo que acabou sendo um dos meus títulos favoritos de 2022. No ano de aniversário do anime, quem ganhou o presente foram os fãs, com uma obra que demonstra o quanto a série noventista está muito mais madura do que suas antigas rivais da época. Apesar de enxuta, a trilha sonora assinada por Tomoki Miyoshi também é a melhor que escutei este ano.

Bayonetta 3

Como um fã de jogos de ação, Bayonetta 3 era um dos meus jogos mais esperados deste ano — e que bom é ver que o hype foi justificado. Ambicioso, agitado, expansivo e por vezes quase megalomaníaco, o terceiro jogo da série de ação da PlatinumGames é também o melhor da franquia até agora, abrilhantando a biblioteca de exclusivos do Switch com mais uma vitória para a Nintendo.

Trilogias nos games sempre foram algo muito especial pra mim. É muito legal ver as novidades e melhorias de um título para o outro, bem como acompanhar o desenrolar de uma narrativa que torna-se muito maior com as sequências. Ao constantemente superar e subverter as expectativas, Bayonetta 3 consegue prender o jogador em uma espiral climática cujo final oferece uma das melhores sequências de ação já feitas. 


E então, caro leitor, já jogou algum dos meus jogos favoritos deste ano? O que achou da seleção? Não esqueça de deixar o seu comentário, e, em tempo, feliz 2023!

Revisão: Juliana Paiva Zapparoli

é bacharel em Produção Cultural pela UFF e estudante de Comunicação Social pela FSMA. Na infância, ganhou um Super Nintendo dos pais e, desde então, nunca mais deixou o mundo dos games. Ainda sonha em ser um Mestre Pokémon.
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