Contra o lag, Riot terá rede de internet própria para League of Legends

Projeto já está funcionando nos Estados Unidos, Canadá e alguns países europeus.


Grande pesadelo para quem gosta de uma jogatina online, os lags são responsáveis por dores de cabeça nos gamers e produtores. Entretanto, o problema pode estar com os dias contados, pelo menos no caso de League of Legends. A Riot anunciou em seu site oficial, há alguns dias, que está desenvolvendo rede para ligação direta com os servidores de LoL. Inicialmente, esse projeto estaria disponível apenas para os Estados Unidos e Canadá, porém, a grande novidade é que agora está confirmado que o serviço funcionará também na Europa.


Ao conectar na internet, normalmente o servidor do provedor de acesso está localizado a quilômetros de distância, havendo diversos bloqueios e outras barreiras na rede, o que causa os lags, que acabam prejudicando um jogo como LoL, em que são necessárias ações realizadas em milésimos de segundo. A ideia da Riot é eliminar todos esses obstáculos, criando um caminho livre entre o PC do jogador e o servidor do game. Esse trabalho já está sendo executado na América do Norte e a previsão é que passe a funcionar completamente a partir de março.

Já na Europa, o projeto ainda está na fase inicial, segundo o que foi publicado no fórum europeu do game. "Com o lançamento do servidor de Amsterdã e algumas alterações no de Frankfurt, já ultrapassa de 500 o número de conexões diretas com os provedores de internet espalhados pelo continente. Já criamos a conexão privada de alta velocidade entre os nossos servidores de Frankfurt e Amsterdã. Com isso, alguns de vocês já devem ter notado uma conexão mais suave como resultado, e mais coisas positivas estão a caminho", foi postado.

Para o velho continente, ainda não há previsão de quando a rede própria de LoL estará em pleno funcionamento. A Riot ainda não informou se o projeto será estendido para outras regiões do planeta, como a América Latina. Nós resta esperar para ver se essa novidade também chegará ao Brasil no futuro. 

Fontes: Riot e Eurogamer

É jornalista e obcecado por games (não necessariamente nessa ordem). Seu vício começou com uma primeira dose de Super Mario World e, desde então, não consegue mais ficar muito tempo sem se aventurar em um bom jogo. Diretor de Redação do Nintendo Blast.


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