Os jogos preferidos de 2015 — Pedro Gusmão

Do medieval ao sci-fi, esse é o meu top 5 de melhores do ano.


2015 foi um dos melhores anos em jogos que já vivi, com conteúdo para todos os gostos e idades. Como peguei meu PS4 apenas este ano, me senti recheado de opções, pois 2014 teve jogos incríveis que pude finalmente jogar, além da enxurrada de AAAs lançados. Já que escolhi poucos títulos, acabei deixando-os em ordem de preferência.



Fiz uma lista com apenas cinco jogos, que são os que realmente posso dizer que me surpreenderam e detiveram minha atenção. Já aviso de antemão que Fallout 4 e MGS:V trouxeram boas novidades, mas acabaram falhando em me deixar com aquela vontade de jogar, então apesar do bom início, não cheguei nem a finalizá-los e por isso esses dois grandes títulos não protagonizam a lista. Confiram:



1 - Witcher 3: The Wild Hunt (Multi)

Sempre fui grande fã da série de livros de The Witcher e com a chegada do tão esperado 3° título da série, que expande e aproveita tão bem esse fascinante universo, não é nenhuma surpresa que ele seja o meu absoluto jogo do ano. Tendo mais de 7 dias no tempo de jogo, Witcher 3: The Wild Hunt me prendeu por uma quantidade absurda de tempo e sempre que eu achava que já estava bom, ele melhorava.

Um clássico instantâneo.



2 - Bloodborne (PS4)

A From Software e Hidetaka Miyazaki nunca param de me surpreender, chega a ser ridículo. Quando penso que o diretor já conseguiu fazer jogos tão fascinantes e únicos, ele vai lá e bam! Lança mais um jogo excepcional. Como esperado, a fantasia sombria de Bloodborne e seu level design fantástico não me fazem poupar elogios, é um jogo artístico em sua essência e que demanda muita atenção do jogador.

É tudo de bom: chefes, música, ambientação, personagens e jogabilidade. Enfim, apenas joguem.



3 - Divinity Original Sin Enhanced Edition (Multi)

Já jogou Baldurs Gate? Neverwinter Nights? Icewind Dale? Sente saudade? Pois é, eu também. Como bom saudosista, não poderia deixar de fora Divinity, um jogo de RPG tático em turnos financiado pela comunidade que acabou sendo uma das maiores surpresas de 2015. Foi o jogo que me mostrou como estou acostumado com checkpoints, autosaves de 5 em 5 minutos e marcadores de objetivo, não que isso seja ruim, claro, mas jogar sem essas ajudas são um desafio e tanto.

Só tenho que dizer que foi uma experiência bem bacana e nostálgica, além de enfurecedora (perder aquelas 2h no save nunca é legal). Recomendo com ressalvas: só para os fãs de RPGs ocidentais mais antigos.



4 - Batman: Arkham Knight (Multi)

Tendo acompanhado a série desde o Arkham Asylum, eu não esperava pouco do 3° jogo da série e ele entregou exatamente o que eu esperava: uma boa história e combate, além de visuais lindos. As vezes fico até confuso se acho Witcher 3 ou Batman Arkham Knight o jogo mais bonito graficamente do ano, é difícil escolher.

Apesar de críticas, gostei bastante do Batmóvel e achei que se fosse pra ter algo que diferenciasse o título dos anteriores, seria esse tanque extremamente destrutivo. Gostei e recomendo pra qualquer um que gosta do super herói e de boas reviravoltas.


5 - Destiny: The Taken King (Multi)

Apesar de seus problemas risíveis e visíveis, a 3° expansão de Destiny chamada The Taken King me fez voltar a jogar um jogo que eu não tocava por uns 6 meses (depois de quase 600h) e me maravilhar novamente com suas mudanças. Há várias coisas que ele ainda continua errando, mas jogar com os amigos é uma experiência excelente então ele está aí, no meus melhores do ano. É algo estranho, pois mesmo com os mil problemas, eu sempre volto pra jogar mais um pouco.

Agora estou pelas 1000h e ainda tentando pegar aquela Mythoclasta pra completar a coleção, mas tudo bem, o importante é a jornada.

~

E esses são os jogos que mais aproveitei em 2015 e se 2016 chegar perto do peso dos títulos deste ano, então é para se esperar grandes coisas!

Capa: Gabrielle Mustafa
Pedro Gusmão aprecia bons jogos independente de plataforma e gênero, mas tem um apreço especial por RPGs e jogos de estratégia. Aficionado por temas fantásticos, adora passar seu tempo livre escrevendo e enfrentando seres mitológicos em videogames.

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