Segundo a desenvolvedora Supertrick Games, o conteúdo gerado por IA utiliza "recursos gerados por IA e ajustados por criadores em partes do áudio, da trilha sonora e dos gráficos", cuja implementação se dá em áreas como "texturas de placas nos cenários, imagens de registros, vídeos do Minuto de Notícias, e em vozes e trilha sonora".
Embora o game ainda não tenha sido lançado e, portanto, não conte com uma averiguação formal a respeito da extensão do uso da inteligência artificial, a comunidade acredita que parte substancial da apresentação visual e narrativa se sustente nesse tipo de artifício.
A Supertrick Games, codesenvolvedora do título original, assume integralmente o desenvolvimento desta sequência, já sem a participação do estúdio Grasshopper Manufacture. Anunciada em setembro durante um State of Play, a nova produção também traz mudanças no cerne da jogabilidade, adotando uma estrutura PvEvP em tempo real, em contrapartida ao roguelite com elementos multiplayer do original.
Nota-se que o primeiro Let It Die é a única produção da Grasshopper Manufacture após a sua aquisição pela GungHo, em 2013, resultado de um retrabalho de um antigo projeto do estúdio, Lily Bergamo. Posteriormente, em 2021, parte da empresa foi adquirida pela NetEase, enquanto a mão de obra remanescente foi rebatizada para a atual Supertrick Games, única responsável pelo desenvolvimento da sequência e pelo spin-off lançado em 2022, Deathverse: Let It Die.


