Controle Access para PlayStation 5 recebe vídeo sobre a história do seu design

Saiba mais sobre o processo criativo do periférico de acessibilidade.


O Controle Access será lançado para PlayStation 5 em 6 de dezembro. Para divulgar o aparelho, foi ao ar um vídeo de nove minutos explicando a filosofia por trás da jornada até o formato final. O vídeo tem legendas em inglês e vale a pena ser conferido pelas ideias e o desfile de protótipos. Veja o resumo abaixo.

É importante entendermos que esse controle é, antes de tudo, uma questão de design, isto é, um processo criativo e técnico que visa construir um produto de forma a atingir objetivos e solucionar problemas. No caso de recursos de acessibilidade, a idealização deve orbitar em torno dos problemas não abrangidos pelos recursos comuns.

Nesse caso, a pergunta que guia o design é: o que o DualSense não é capaz de fazer para atender pessoas com dificuldades de usa-lo? As respostas foram obtidas junto à comunidade-alvo em um longo período de testagem de protótipos que mudaram continuamente até chegar ao produto final.

Assim, o Controle Access foi um projeto conjunto que envolveu times da PlayStation no Japão, Reino Unido e Estados Unidos em parceria com organizações voltadas ao tema, como a AbleGamers, a Stack Up e a Special Effect.

Os objetivos foram resumidos em três:
  • Um controle que não precise ser segurado pelo jogador, podendo ser usado no colo, sobre uma mesa ou anexado a uma cadeira de rodas.
  • Botões fáceis de pressionar e posicionados em um mesmo plano.
  • Um analógico que ofereça flexibilidade e reposicionamento.
No fim das contas, o produto promete ser versátil tanto em configurações de hardware e de software, usado em qualquer posição e ajustado em qualquer combinação de botões,

O Controle Access já está em pré-venda em varejistas brasileiros e tem o preço sugerido de R$ 599.

Fonte: PlayStation (YouTube)


Admiro videogame como uma mídia de vasto potencial criativo, artístico e humano. Jogo com os filhos pequenos e a esposa; também adoro metroidvanias, souls e jogos que me surpreendam e cativem, uma satisfação que costumo encontrar nos indies.