Top 10

Jogos baseados na lenda do Rei Arthur

Confira dez jogos sobre o líder britânico que empunhou a Excalibur no século V.

O ator britânico Charlie Hunnam esteve no Brasil para promover seu novo filme dirigido por Guy Ritchie, a fantasia medieval Rei Arthur: A Lenda da Espada, que estreou dia 18 de maio, e cuja produção recebeu o game de luta King Arthur: Legend of the Sword (Android/iOS), da Warner Bros. Para comemorar a passagem do ator pelo país e no hype do lançamento da obra cinematográfica, preparamos uma lista com os dez melhores jogos baseados na lenda do Rei Arthur.

10 – Quest for Camelot (GBC), da Titus Software

Baseado no filme animado A Espada Mágica: A Lenda de Camelot (Frederik Du Chau, 1998), o RPG em 2D Quest for Camelot (GBC), da Titus Software, foi lançado no mesmo ano e segue a história da animação da Warner Bros. A jovem Kayley precisa encontrar a perdida espada de Excalibur para salvar o Rei Arthur e Camelot de cair nas mãos do vilão Ruber, um cavaleiro que desejar usurpar o trono do rei.


9 – Blazing Dragons (PS1/SegaSaturn), da Illusions Gaming Company

Inspirado no humor britânico das produções cinematográficas do grupo Monty Python, Blazing Dragons (PS1/SegaSaturn), da Illusions Gaming Company, é um point and click de 1996 com tiradas sarcásticas e bem-humoradas. O jogo conta a história de Flicker, um dragão do castelo de Camelot que é apaixonado pela Princesa Flame, mas não pode pedi-la em casamento por não ser um cavaleiro. No entanto, tudo muda quando o Rei Arthur organiza um torneio de dragões, em que o vencedor ganhará a mão da princesa e o trono de Camelot.

8 – Legion: The Legend of Excalibur (PS2), da 7 Studios

Híbrido de estratégia em tempo real e RPG de ação, Legion: The Legend of Excalibur (PS2), da 7 Studios, foi lançado em 2002 e coloca o jogador no comando de um jovem Rei Arthur incumbido de derrotar a feiticeira Morgana, sua irmã e responsável pelo assassinato de seu pai, Uther Pendragon, antes que ela destrua o Reino de Camelot.

7 – Conquests of Camelot: The Search for the Grail (Multi), da Sierra On-Line

Aventura gráfica de puzzles, Conquests of Camelot: The Search for the Grail (Multi), da Sierra On-Line, foi lançado em 1989 para MS-DOS, Amiga e Atari ST. O Reino de Camelot é amaldiçoado devido à disputa romântica entre o Rei Arthur, sua esposa Guinevere e Lancelot, um dos cavaleiros da Távola Redonda. Depois de ter uma visão do Santo Graal, os cavaleiros Gawain, Lancelot e Galahad partem em uma busca da relíquia, mas não retornam. Então, cabe ao Rei Arthur a busca pelos cavaleiros desaparecidos e encontrar o Santo Graal.


6 – King Arthur (Multi), da Krome Studios

Baseado no filme Rei Arthur (Antoine Fuqua, 2004), estrelado por Clive Owen, Mads Mikkelsen e Keira Knightley, o jogo de ação em terceira pessoa King Arthur (Multi), da Krome Studios, segue a mesma narrativa incomum. Lançado para as plataformas Xbox, PlayStation 2, GameCube e mobile, King Arthur mostra o Rei Arthur como um líder romano e os cavaleiros da Távola Redonda defendendo a Muralha Hadrian contra o ataque dos britânicos. O jogo segue a reinterpretação não usual do Rei Arthur como um romano, em vez de britânico, como o indicado pela maioria dos historiadores.


5 – Knights of the Round (Multi), da Capcom

Lançado em 1991, o beat 'em up em side scrolling Knights of the Round (disponível para arcade, SNES e CPS Changer), da Capcom, coloca o Rei Arthur sob os cuidados do mago Merlim, que o manda em uma missão com Lancelot e Perceval, cavaleiros da Távola Redonda, para derrotar o maléfico rei Garibaldi. Desta forma, Arthur deve unir a Inglaterra, cumprindo seu destino como portador da espada sagrada de Excalibur, e se tornar o primeiro rei britânico.

4 – King Arthur: The Role-Playing Wargame (PC), da NeocoreGames

Jogo de estratégia em tempo real com combates em turnos, King Arthur: The Role-Playing Wargame (PC), da NeocoreGames, foi lançado em 2009. Baseado na lenda do Rei Arthur, o game também possui o acréscimo de elementos míticos de outros países para auxiliar na construção do mundo pretendido. Após tirar a Excalibur da rocha, Arthur fez com que, inconscientemente, antigas forças sobrenaturais fossem lançadas sobre a Grã-Bretanha. Agora o Rei Arthur deve comandar seus exércitos para expandir o reino e vencer o mal.


3 – Dragontorc (Multi), da Graftgold

Sequência de Avalon: The 3D Adventure Movie (ZX Spectrum), produzido pelo game designer Steve Turner em 1984, o jogo de ação e aventura Dragontorc (saiu para Amstrad CPC e ZX Spectrum), da Graftgold, chegou em 1985. O jogo segue a história do herói Maroc, um mago que precisa derrotar a Rainha Bruxa do Norte e herdar o poder de Dragontorc de Avalon, a lendária ilha onde a espada do Rei Arthur, Excalibur, foi forjada.


2 – Excalibur (Atari 400/800), de Chris Crawford

Jogo de estratégia produzido para a série 8-bit da Atari, Excalibur, de Chris Crawford, foi lançado em 1983. O objetivo do jogo é unir toda a Grã-Bretanha sob o domínio do Rei Arthur. Para isso, o jogador gerencia seu exército invadindo territórios, cuidando de sua base de operações e soldados, e até mesmo enviando ataques mágicos ou pragas e pestilências ao território inimigo.


1 – Arthur's Knights: Tales of Chivalry (PC), da Dreamcatcher Interactive

Lançado em 2000, Arthur's Knights: Tales of Chivalry, da Dreamcatcher Interactive, coloca o jogador na pele de Bradwen, filho bastardo do Rei Cadfanan, cujo objetivo é impedir que seu meio-irmão Morganor, herdeiro do trono, chegue ao poder e transforme o reino em um lugar de maldade e escuridão. Na história, o Rei Arthur é contemporâneo de Bradwen e o jogador tem a opção de escolher dois caminhos distintos do enredo: Celta ou Cristão, em que a mitologia sobre o líder britânico é mostrada de acordo com a visão da opção escolhida.


Os jogos citados no Top 10 são aqueles que focam na figura do Rei Arthur dentro do contexto histórico da época, contudo, ainda há muitos games que fazem referência à lenda arthuriana, seja em forma de paródia ou em uma aventura contemporânea como Sonic and the Black Knight (Wii), da Sonic Team e Tomb Raider: Legend (Multi), da Crystal Dynamics, respectivamente.

Revisão: Vitor Tibério
Karen K. Kremer é mestre jedi em história pela UEPG e game designer pela Universidade Positivo. Viajante do tempo e cinéfila, considera Quantum Break uma obra-prima. Cresceu fazendo Meteoro de Pégasos e jogando videogame. Apaixonada por literatura, ilustração e dinossauros. Diz a lenda que com um bat-sinal no DeviantArt, Wattpad ou Twitter ela aparece.

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