Kingdom Hearts III (PS4/XBO): veja as cinco melhores novidades que chegarão com o game

Kingdom Hearts III finalmente está com seu lançamento agendado, e muitas novidades já foram divulgadas, aqui estão as cinco melhores.



Muito já foi mostrado de Kingdom Hearts III durante esses cinco anos de espera, como gameplays, um pouco do enredo, novos mundos, novas armas, até já disponibilizaram uma demonstração do game para os jornalistas, entre outras coisas. Isso tudo criou uma expectativa gigantesca entre os fãs da série, que agora estão ansiosos para o fim da espera em 25 de janeiro do ano que vem. E pensando nisso resolvi trazer as cinco novidades que fizeram eu querer o jogo mais e mais.

5 - Mais funções para as Keyblades

A principal arma da séria é a Keyblade, responsável por abrir e fechar os corações dos mundos (sim, é estranho), de se fazer possível derrotar os nossos inimigos durante a aventura, como os Heartless ou os Nobodies, entre outras coisas. A nossa primeira espada chave é a Kingdom Key, que é conectada no coração do seu mestre, não sendo a única que conquistamos durante nossa jornada. Além de representar algo para o enredo, na jogabilidade esses objetos mágicos possuem atributos de força, magia e uma habilidade que as diferencia umas das outras.



Tudo isso até o terceiro título numerado, que irá trazer várias Keyblades mais ligadas ao mundo em que a adquirimos, como a do Monster Inc. Além dos visuais, mais funções foram acrescentadas as armas. Agora Sora pode alterar a forma das espadas, como Aqua, Ventus e Terra faziam no Birth by Sleep. Além de sua forma original agora eles podem ir de furadeiras, ioiôs, veículos, armas de fogo, entre muitas coisas mais.


4 - Maior Exploração

Os mundo que visitamos não são particularmente grandes. Até o último jogo lançado, Dream Drop Distance, eles eram divididos em vários ambientes pequenos que iam se conectando. Nas gameplays divulgadas é possível ver essa transição entre uma área e outra, mas elas são bem extensos, exigindo uma exploração mais longa do jogador. Como vimos no mundo do Hércules ou do Toy Story.

Além do tamanho, novas formas de transição do mapa foram adicionadas, como pontos para subir em paredes, ou minigames em locais específicos no mapa para chegar a algum lugar. A função Flowmotion volta do D3, para nos ajudar na locomoção, fazendo desligar em trilhos pelo mapa.

3 - Os mundos da Pixar

Essa é a primeira vez que vimos os mundos da Pixar entrar na série. Todos até então eram baseados em produtos da Disney e suas animações mais antigas, como Pinóquio, Cinderela, Hércules, entre outros. Mas no Kingdom Hearts III mapas de Monstros S.A. e Toy Story estarão no game, incrivelmente representados devo dizer. Alguns membros da equipe da empresa de animação ajudaram no desenvolvimento e design dos ambientes baseados nestes filmes.


E não pararam por aí! Os desenvolvedores confirmaram que a história de Toy Story no jogo de Sora será canônica, acontecendo entre o Toy Story 2 e 3. É legal imaginar que o Woody e o Buzz no terceiro filme da franquia já tinham conhecido um menino com uma chave e seus companheiros.

2 - O fim de um arco

Já foi dito pelo próprio Tetsuya Nomura, criador da franquia, que esse é o fim de um longo arco que começou no primeiro Kingdom Hearts (PS2), lançado em 2002. Com o vilão Xehanort de volta, Sora e seus companheiros precisam impedi-lo de chegar no Kingdom Hearts. Esse não é totalmente um fim para a série, somente um ponto final na história do vilão. Além de ter a responsabilidade de arrumar muitas pontas soltas que a franquia foi criado nos últimos anos.


Velhos mundos retornam nessa aventura, como Hércules, a torre do Yen Sid e Twilight Town. Novos mundos também não iam faltar, como o de Frozen (que não era surpresa para ninguém), Enrolados, Toy Story, Monstros S.A. e Operação Big Hero. Cada um com um enredo próprio girando na história maior do grupo principal que, de acordo com Nomura, é sobre abrir os corações dos mundos, esse sendo o contraponto do primeiro game, que era sobre trancar.

1 - Mudança artística

A ideia mais legal que a Square poderia trazer para o jogo é a mudança artística e visual do game. Antes, mesmo com um visual mais cartunesco, eles puxavam um pouco para o realismo, como é notado na franquia Final Fantasy. Depois de muito debater, eles resolveram que queriam um aspecto mais artístico, que lembrasse as animações da Disney, e eles conseguiram.

O game hoje está usando a Unreal Engine 4 no seu desenvolvimento. E é possível notar uma nítida evolução gráfica conforme os anos, tanto nas texturas, cabelo, expressões, iluminação e partículas. Mesmo tendo um aspecto diferente dos outros da franquia, esse jogo está belíssimo, não perdendo nada para as produções da Disney. Claro, estou baseando isso no material promocional divulgado pela Square, até a E3 de 2018.

Existem outras novidades muito bem vindas, para esse game, e estou ansioso para o seu lançamento marcado para o dia 25 de janeiro de 2019. E vocês, estão hypados para esse título, gostaria de ver outras mecânicas no game? Comentem ai.

Revisão: Diogo Mendes
Matheus Bigai Ferreira escreve para o GameBlast sob a licença Creative Commons BY-SA 3.0. Você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e veículo original do mesmo.

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