Hands-on

BGS 2017: Call of Duty: WWII parece tanto realista quanto competitivo

O novo jogo da tiro da Activision prometeu e parece estar cumprindo.

Nesta quarta-feira, a décima edição da BGS começou trazendo tudo o que existe de mais recente e inovador no mundo dos games. Para a Activision não foi diferente: além de um estande dedicado ao seu mais novo sucesso, Destiny 2 (PC/PS4/XBO), a empresa aproveitou o ensejo do momento e preparou uma área fortemente equipada para rodadas multiplayer de seu novo jogo: Call of Duty: WWII (PC/PS4/XBO). Se você está curioso, assim como nós estávamos antes de jogar, não deixe de conferir nossas impressões abaixo.

Infraestrutura memorável

Para início de conversa, meus parabéns a Activision pela organização do estande. Além de diversos funcionários atendendo e tirando dúvidas e do esquema organizacional das filas, o espaço de entretenimento era grande o suficiente para comportar múltiplos grupos de seis pessoas. Ao me sentar da cadeira, me deparei com um monitor de aproximadamente 24”, um controle de PS4 e um headset da Astro altamente apropriado para isolar o som realista das partidas.
O olhar de serenidade de quem está curtindo o espaço da Activision.

A volta da franquia?

Em um primeiro momento, tivemos a chance de jogar o final de uma partida team deathmatch 6x6 em um mapa intitulado Ardennes Forest, uma floresta mais esparsa e devastada, apresentando tanques e alguns bunkers e trincheiras. A parte estética do jogo é bem realista, e o estrago causado pelas ações da guerra é incrível, assim como os sons — que reproduzem com muita fidelidade os tiros e explosões do maior confronto do século passado. Os controles pareceram bem precisos e o gameplay bem fluido — a última vez que gostei da jogabilidade de um COD assim foi lá em 2012 com Call of Duty: Black Ops 2 (Multi).

O segundo mapa que nos colocaram me deixou mais animado, e era de tomada de bases. Já que iniciei o mapa do começo da partida, me atentei mais às classes disponíveis: mountain, expeditionary, infantry, airborne e armored. Decidi, por conta da minha preferência por armas com mais disparos em um curto espaço de tempo, escolher airborne e lutar como um soldado da aeronáutica.

Manti minha escolha até o fim da partida, mas observei outros jogadores ao meu lado e até o comportamento dos jogadores in-game, e pude notar que o jogo é bem mais balanceado que os COD mais recentes. Não há classes que se sobressaem, o negócio parece realmente depender puramente de habilidade. É também fácil notar o quanto o jogo teve de inspiração do concorrente Battlefield 1 (PC/PS4/XBO), apesar da época distinta em que cada um se passa.

Últimas novidades

A versão não apresentou bugs ou problemas durante o teste, que durou cerca de quinze minutos. Creio eu que, pelo visual e mecânica, essa seja, sim, a versão final do game, que ainda deve estar recebendo atualizações para melhorar alguma coisa aqui e ali. O jogo rodou bem a ponto de eu perguntar a um dos funcionários em qual console ele estava sendo executado, e ele me disse que só poderia ser um PS4 Pro. Isso pode indicar uma versão otimizada para a potente e mais cara versão alternativa do console — o que é bom tendo em vista o investimento de usuários no PS4 Pro.

Call of Duty: WWII será lançado em 3 de novembro, e contará com um modo campanha completo e um extenso e (provavelmente viciante) modo competitivo e multiplayer online.
Arthur Maia escreve para o GameBlast sob a licença Creative Commons BY-SA 3.0. Você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e veículo original do mesmo.

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