Público feminino é maioria no mercado de games nacional, diz pesquisa

Pesquisa ainda teve o tradicional duelo de consoles e de marcas.



A pesquisa Game Brasil 2017, que foi realizada pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, o estúdio Sioux e o instituto New Brand Resech, constatou que 53,6% do público gamer é feminino.

O resultado não é nenhuma surpresa, pois as jogadoras já estavam no topo desde o ano passado. A novidade é que em relação ao ano passado, o público feminino cresceu 1%. A pesquisa ainda informa que as mulheres preferem jogos de estratégia (48,9%), enquanto os homens tem como estilo preferido os jogos de ação (53,5%).

No quesito plataforma, os dispositivos móveis lideram com folga por 37,6%, seguido por videogame com 28,8% e computador com 26,4%. Na distinção do público masculino e feminino, a plataforma preferida das mulheres são os dispositivos móveis com 53,3%, enquanto os homens preferem o videogame, que ficou com 41,5%.

É claro que na pesquisa não poderia faltar o tradicional "duelos dos consoles" e das marcas (Sony, Nintendo e Microsoft). Com relação aos consoles, o grande vencedor é o Xbox 360 que está presente na casa de 44,2% dos jogadores. Playstation 4 e Xbox One só aparecem quarta e quinta posição, respectivamente, com 21,8% e 16%. A pesquisa ainda informa que os gamers brasileiros possuem mais de um videogame em casa e que o fã hardcore de games tem como preferência o PS4.

No duelo das marcas, a Sony (59%) vence Microsoft (36%) e Nintendo (5%). Se a Microsoft se deu mal no duelo das marcas com a Sony, por outro lado, a Xbox Live é a rede preferida do público feminino, com 41,7%.

A pesquisa completa está disponível e conta com outros dados e informações. Para a realização desta pesquisa foram entrevistas 2947 pessoas por todo o país.

Rafael C. Oliveira é goiano e já foi astro do rock (no Guitar Hero), líder de uma grande civilização (no Age of Empires) e bem casado (no The Sims). Ele diz que está escrevendo um livro de ficção científica numa tentativa de fazer novos amigos assim. Você pode tentar convencê-lo de desistir dessa ideia absurda no Twitter ou Facebook dele.

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