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World of Warcraft: Legion (PC) — Deuses e o Pesadelo

Me acompanhe nesta aventura por Trommheim e Val'Sharah!


Nesta terceira parte da aventura, depois de ajudar a Corte de Farondis à resolver seus problemas, sigo para as áreas restantes das Ilhas Partidas. Acabo decidindo aleatoriamente o meu próximo destino no mapa, e apesar de eu estar curioso para descobrir mais sobre o Pesadelo Esmeralda e os Druídas, decidi seguir para Trommheim, onde eu encontraria Sylvana Correventos.

Mitologia Nórdica!

Tendo escolhido meu próximo destino e como faço parte da Aliança, sigo para a nave de Genn Greymane para adentrar Trommheim. Chegando lá e conversando com ele, descubro que os Renegados de Sylvana também estão pelo lugar e que provavelmente entraremos em um embate com eles nesse momento inicial.

Após levantar vôo, rapidamente é iniciado um ataque às tropas aéreas dos Renegados. Para minha surpresa, eles conseguem se infiltrar no navio e sabotá-lo, causando sua destruição. Depois de algumas cinemáticas converso com Genn, que expressa toda sua indignação contra a nova líder da horda. É então que deixo essa briga um pouco de lado para poder explorar o novo lugar.



Trommheim se mostra um lugar bem bonito e com uma forte inspiração nórdica. Lá, encontro guerreiros cheios de orgulho e honra, deuses, dragões, val’kyr e muitas outras coisas. Andando um pouco encontro Havi, o personagem que me dará várias missões da história daqui.

Havi diz que para que eu possa encontrar o pilar da criação é necessário antes impressionar os deuses e mostrar que sou realmente digno, seguindo a tradição de grandes guerreiros do lugar. Após resolver algumas missões e encontrar o primeiro local onde serei testado, encontro Skovald, o “Deus” intermediário do lugar e vejo que está tudo uma bagunça. O tal Deus Guerreiro, tendo sido corrompido por Gul’Dan e sua energia Fel, quer de todas as formas obter o pilar e usar seu poder, na marra mesmo. Como bom defensor, vou atrás de resolver todos os problemas que Skovald vem causando e em paralelo, resolvendo a situação entre Sylvana e Genn Greymane.

Até então tenho gostado bastante de Trommheim, mas fico naquela ansiedade para saber o que Sylvana está tramando. Prosseguindo nas missões, vou atrás de resolver minhas provações. Durante o processo, entro em Hellheim, que faz alusão ao inferno, onde as almas dos Vrykull vão quando são dadas como não dignas. Lá encontro Helya (Deusa de Hellheim) negociando algo com Sylvana, que aparentemente está procurando algo sobre os Val’kyr, o que desperta um pouco meu interesse. 



Tendo salvo dragões, vilarejos, prisioneiros e escapado do “inferno”, agora era hora de resolver de uma vez por todas a situação com os Renegados e Skovald. Com os renegados foi até fácil: fui até onde a deusa responsável pelos val'kyr estava sendo feita de prisioneira, e lá encontro Sylvana. Aparentemente, a elfa renegada estava querendo conseguir mais val'kyr para ajudá-la a garantir sua sobrevivência. Contudo, Genn aparece e acaba com o plano da nova líder da Horda. Resolvido! Quais repercussões isso terá, aguardemos.

Passando por todas as provações, finalmente era hora de derrotar o Deus Guerreiro. Para isso eu teria de entrar nos Salões da Bravura, local onde os guerreiros mais honoráveis e dignos de Trommheim estão. Lá descubro que o tal Havi é na verdade Odyn, o protetor. Ao fim da masmorra e derrotando Skovald, sou presenteado com a Égide de Agrammar, e levo-a para Hadggar. Essa masmorra é bem legal, como jogo de tanque, as mecânicas de Heimdall (o primeiro chefe) são bem complicadas, para não falar de Odyn, que no mítico dá o maior trabalhão!


O Pesadelo

Que lugar bonito é Val’Sharah! Sempre gostei de grandes florestas fantasiosas em jogos e o sonho dos Druídas é um deleite. Árvores imensas, grandes vegetações e um verde muito, mas muito intenso. Lá encontro Malfurion e Cenarius, personagens bem importantes dos mitos dos elfos. Xavius, um dos druídas corrompidos pela energia Fel durante a primeira guerra há dez mil anos atrás, retorna para tentar destruir de uma vez por todas aqueles que o aprisionaram. 

Ao chegar em Val’Sharah, Xavius começa a corromper o Sonho e o transforma no Pesadelo Esmeralda, trazendo grande perigo à Azeroth. A primeira coisa que noto no lugar é o contraste entre o forte vermelho da corrupção do Pesadelo e o verde do Sonho, o que é muito, mas muito legal. Enfim, chegando lá encontro Cenarius desacordado enquanto Malfurion se apressa para descobrir como impedir a sua corrupção, mas não tem sucesso. Vou então até o encontro de Ysera e Tyrande, para formular um modo de impedir o avanço de Xavius.



Como as missões de Val’Sharah são simples e giram em torno de uma narrativa bem direta, cheguei rapidamente à sua conclusão. Enquanto eu tentava impedir Xavius, ele rapta Malfurion e tenta aterrorizar Tyrande com a situação, enquanto corrompe Ysera e a força a fazer coisas terríveis. Em paralelo à isso, descubro também a localização de Maiev Cantonegro, um dos meus personagens favoritos.

Em tempo, consigo localizar Malfurion e vou até o Bosque Corenegro para salvá-lo. Infelizmente, essa é uma das masmorras menos divertidas, sendo entupida de monstros (trash) e chefes que pulam para todos os lados. No fim, consigo resgatar Malfurion e vou ao encontro de Tyrande, que está em uma triste batalha contra sua aliada corrompida, Ysera. Sendo derrotada, uma CG de cortar o coração acontece e as missões de Val’Sharah são completas, rendendo a Lágrima de Elune, o último pilar da criação.



~

Xavius é um vilão realmente terrível e me deixa ansioso para enfrentá-lo na Raide “Pesadelo Esmeralda”. Agora é hora de seguir para Suramar, casa de antigos elfos noturnos agora conhecidos como Fenecidos. Vale lembrar que nesse ponto eu já estava no nível 110! Até a próxima!
 

Pedro Gusmão aprecia bons jogos independente de plataforma e gênero, mas tem um apreço especial por RPGs e jogos de estratégia. Aficionado por temas fantásticos, adora passar seu tempo livre escrevendo e enfrentando seres mitológicos em videogames.

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